Em uma tradução livre, Compliance quer dizer "conformidade com as especificações" onde geralmente este termo é usado em processos de adequação às normas internas das organizações, bem como, às normas externas de clientes e fornecedores, ou de órgãos regulamentadores e da legislação.

Originada no mercado financeiro nos anos 80, tem se estendido para as mais diversas organizações privadas e governamentais, especialmente aquelas que estão sujeitas a forte regulamentação e controle, mas com foco especial na prevenção de corrupção ativa e passiva.

Na área empresarial, este termo é voltado principalmente para as "Regras de Conduta Anticorrupção" da empresa, dos seus colaboradores orgânicos e terceirizados, e também dos seus clientes e fornecedores.

Atualmente, a maioria das organizações públicas e privadas passaram a adotar o Compliance como uma de suas regras mais primárias e fundamentais para prevenir perdas e provar a transparência de suas atividades.

O risco de Compliance é não estar em conformidade com as normas fato que pode gerar perdas financeiras de forma direta como pagamento de multas, rescisão contratual etc., e/ou de forma indireta como perda de reputação.

Através das atividades de Compliance, qualquer possível desvio em relação a política da organização, as normas internas e externas, deve ser previamente identificado e evitado.

Subordinado ao Gestor da Segurança Empresarial, o Chief Compliance Officer (CCO) deve zelar pelos valores e pela imagem da organização, investigando e detectando atos de corrupção que podem prejudicar os resultados financeiros.

A Moked, especializada na área de auditoria interna, assume a coordenação ou a gestão da Área de Compliance, garantindo o cumprimento da Política Anticorrupção estabelecida pela organização.

 Perfil típico de um fraudador: homem, na faixa dos 40 anos de idade, trabalha há mais de cinco anos na companhia, possui acesso fácil às operações financeiras e evita sair de férias prolongadas.

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