Seja em uma coleção particular, exposição no museu, ou em uma área de livre circulação, a proteção de obras de artes é considerada “a arte da segurança” e neste caso, o projetista do sistema de segurança, pode ser considerado como o “artista”.

Apesar de ser um bem material, uma obra de arte é uma peça única que não pode ser substituída e, neste caso, a concretização de um grave dano ou perda total é simplesmente inaceitável.

O maior desafio do responsável pela segurança de obras de arte é atender, de um lado, seu público alvo composto de pessoas exigentes e de alto padrão, lidando de outro lado, também com adversários potenciais do mesmo nível. Isto sem considerar fatores de danos por acidentes e/ou de pessoas desequilibradas.

Lembrando que além de tratar com fatores climáticos como: umidade, exposição à luz, etc..., o projeto de segurança deve considerar a particularidade de cada objeto protegido, tais como: tipo, valor, nível de exposição, etc.., estabelecendo:

  • Os procedimentos de controle de acesso e circulação de pessoas em áreas que nem sempre são restritas;
  • A proteção durante o deslocamento, geralmente o depósito e a área de exposição; 
  • Os recursos de prevenção durante a exposição (ou no depósito) e a prévia detecção. A proteção física e correta reação em caso de qualquer possibilidade de dano ou perda.

 

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