No caso do VSPP não existe guia de transporte de armas. O Agente tem autorização para porte de arma desde que esteja em efetivo serviço, se deslocando da empresa para o início do serviço, ou retornando para a empresa após o término da prestação do serviço.

Quando se trata de serviço que será realizado fora do Estado onde a empresa de segurança é registrada, a mesma deve informar o trecho da vigem para a Polícia Federal do seu Estado, bem como, para a Polícia Federal Secretaria de Segurança Pública do Estado de destino e para a Polícia Rodoviária Federal.

Caso a viagem é pela a aviação civil, o VSPP precisará chegar com antecedência no Aeroporto, no Check-in deverá informar a sua função e informar que irá despachar uma arma de fogo, ele será encaminhado para um Agente da Polícia Federal que fará a checagem da documentação e fazer a liberação do embarque da arma, durante as conexões a arma será transferida como bagagem especial.

A legislação que normatiza o transporte de arma de fogo em voos comerciais é o Decreto 7168 de 05 de Maio de 2010.

Esta mesma portaria também prevê que as empresas aéreas adotem procedimentos específicos, com o objetivo de assegurar que a restituição seja realizada ao seu portador e em local reservado. Tendo em vista que existe um procedimento diferenciado para as armas de fogo, diferente das demais bagagens, para evitar extravio.

Para facilitar questionamento das autoridades em outros estados, é recomendo que o VSPP tenha sua CNV e crachá funcional em vigor, junto com os seguintes documentos encadernados:

• - Cópia do documento enviado para a Polícia Federal do Estado do registro da empresa.
• - Cópia do documento enviado para a Polícia Federal do Estado de destino.
• - Cópia do documento enviado para a SSP do Estado de destino.
• - Cópia do documento enviado para a Polícia Rodoviária Federal.
• - Cópia do Dário Oficial com a publicação da Autorização de Funcionamento da empresa de segurança.
• - Cópia da Autorização de Funcionamento da empresa de segurança.
• - Cópia da Autorização para a empresa de segurança exercer a atividade de Segurança Pessoal Privada.
• - Cópia do documento enviado pela Polícia Federal, informando que a cópia autenticada do Registro de Arma substitui o Registro Original.
• - Cópia do Decreto 7168 de 05 de maio de 2010 Artigos 153 a 158.

 

Geralmente a moto é um componente adicional à equipe de escolta, utilizada como apoio.

É um recurso que conta com uma mobilidade muito grande, mas também sofre com uma maior vulnerabilidade.

Na segurança pessoal o motoqueiro é usado principalmente na função de precursor, avaliando as vias de locomoção, prévia identificação de suspeitos nos trajetos e nos postos fixos, reserva de vagas, etc.

Devemos lembrar que, como elemento combatente, a moto torna-se muito fraca, já que pode ser neutralizada facilmente pelos adversários, sem falar das dificuldades operacionais em dias de chuva e/ou da maior probabilidade de um acidente com consequências graves para o motociclista.

Resumindo: a utilização de moto como recurso único na escolta, permite uma proteção menos eficiente, mas de menor custo, porém este recurso agrega mais vantagens quando é utilizado como apoio para a equipe de segurança e, melhor ainda, se for de forma dissimulada.

O seu entendimento de que o VSPP pode usar o uniforme (farda) para a prestação do serviço de Segurança Pessoal faz muito sentido, mas como temos conhecimento de que este não é o entendimento da Polícia Federal, temos que nos precaver e antecipadamente pensar qual seria a nossa defesa se ocorresse algum problema. Então vejamos:

Caso uma equipe desempenhe com frequência a função de Segurança Pessoal fardada, será grande a possibilidade de serem presos pela Polícia Federal, ou até mesmo pela Polícia Civil ou Militar, com o argumento de que estão cometendo o crime de usurpação de função pública.

Não podemos nos esquecer que, até pouco tempo atrás, era frequente policiais civis e militares levarem os Agentes presos, só porque estavam portando arma. Na situação do Agente estar fardado, a ostensividade será muito grande, não só pela farda, mas também pela arma que estará totalmente exposta.

Com certeza, iríamos utilizar como defesa a Legislação, com menção ao Art. 103 § 2º, mas existe um detalhe muito sutil na atividade de Escolta de Cargas e Transporte de Valores - a vestimenta do Vigilante é sempre mencionada como Uniforme, mas já na atividade de Segurança Pessoal, por duas vezes a vestimenta é mencionada como Traje.

Na língua portuguesa Uniforme significa “que só tem uma forma, que não varia, idêntico”, Traje significa “vestuário habitual, vestuário próprio de uma profissão, vestes” e Farda significa “uniforme de um grupo de pessoas”.

Pelo exposto acima, subtende-se que Uniforme é sinônimo de Farda e no caso do Traje poderá ser considerado como terno ou outro tipo de roupa.

Copiei abaixo os trechos da legislação, onde são mencionadas as vestimentas para as três atividades de segurança, onde se deve focar nas palavras “Uniforme” e “Traje”.

PORTARIA No. 387/2006 - DG/DPF BRASÍLIA/DF, 28 DE AGOSTO DE 2006.

Seção II Do Transporte de Valores

Art. 20.

VIII - memorial descritivo do uniforme dos vigilantes, mencionando apito com cordão, logotipo da empresa, plaqueta de identificação, acompanhado de fotografias coloridas, de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado, de frente, costas e lateral;


Seção III Da Escolta Armada

Art. 31.

III - memorial descritivo do uniforme dos vigilantes, mencionando apito com cordão, logotipo da empresa, plaqueta de identificação, acompanhado de fotografias coloridas de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado, de frente, costas e lateral;


Seção IV Da Segurança Pessoal

Art. 37.

§2°. O vigilante deverá utilizar em serviço traje adequado à missão, estabelecido pela empresa, não assemelhado ao uniforme das forças de segurança pública, com logotipo, visível ou não, portando todos os documentos aptos a comprovar a regularidade da execução do serviço de segurança pessoal contratado.


Art. 103. O uniforme do vigilante é obrigatório e de uso exclusivo em serviço, devendo possuir características que garantam a sua ostensividade.

§ 1º A fim de garantir o caráter ostensivo, o uniforme deverá conter os seguintes elementos:

I - apito com cordão;

II - emblema da empresa;

III - plaqueta de identificação do vigilante, autenticada pela empresa, com validade de 06 (seis) meses, constando o nome, o número da Carteira Nacional de Vigilante e fotografia colorida em tamanho 3 x 4.

§ 2º O traje dos vigilantes empenhados na atividade de segurança pessoal não necessitará observar o caráter da ostensividade, aplicando-se quanto a estes o disposto no art. 37, § 2º.

Sem registros ou dados cadastrais do nº informado - pode ser que se trata de um antigo pré-pago.

Já que a pessoa conhece o nome dos membros da família, acreditamos que a origem pode ser de um ex-funcionário ou prestador de serviços.

Na situação atual sugerimos o seguinte:

  • Verificar se o nº de telefone é registrado na pasta pessoal de um ex-funcionário; e
  • Caso receba nova ligação da mesma pessoa, favor notar se se trata do mesmo nº de telefone de origem, mencionar os horários, bem como padrões de voz, forma de falar, ruídos no ambiente, etc.;

Desta forma podemos receber mais dados que possam facilitar nossa análise.

Recomendamos também o seguinte:

  • Instalar na portaria e na residência telefones com memória, permitindo efetuar ligações para números previamente gravados sem expor o número.
  • Usar e divulgar o nº de telefone específico para contato com empregados e fornecedores que pode ser trocado periodicamente, configurado para transferir as chamadas para seu nº de celular.

Sempre à disposição,

É realmente preocupante a ocorrência sofrida no dia 08/07/11 pelo vice-presidente da República, Michel Temer, que tem à sua disposição um considerável aparato de segurança, que entre outros inclui carros blindados, 6 (seis) agentes treinados do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), etc.

Todos conhecem os fatos desta lamentável ocorrência, onde um bandido conseguiu abrir a porta do blindado, anunciando um assalto e apresentando uma pistola na cabeça do motorista, na frente do vice-presidente da República.

Resumido sua questão confirmamos que não é necessário 6 Agentes do GSI para trancar a porta do blindado...

Lamentamos o fato que este bandido conseguiu fugir dos seguranças e ainda o fato que o vice-presidente da República preferiu não registrar um BO sobre o caso.

Posição Moked: Sim e não...

Lidar com seres humanos não é uma ciência exata... Você deve confiar no sistema mas não sempre nas pessoas que o compõem!

Parece complicado? É mesmo... Vamos explicar melhor:

Considerando que o sistema de segurança é gerenciado através de uma empresa gestora e não por "one man show", e que esta empresa é especializada e fornece exclusivamente serviços de gestão (não é fornecedora de mãos-de-obra ou equipamentos), acreditamos que você pode sim confiar no sistema e com as equipe responsáveis pela sua proteção.

Ainda assim, devemos lembrar que pessoas passam por trasformações e também são sujeitas à manipulações, e que o excelente profissional de ontem – pode ser desqualificado hoje ou amanhã.

Ou seja, um profissional que apresentou excelente perfil físico-psicológico e um currículo exemplar pode um dia virar uma ameaça, caso suas atitudes não sejam constantemente analisadas e previamente detectadas, baseando-se de informação acumulada durante as visitas no campo e nos treinamentos periódicos, bem como de informação recebida de colegas e do cliente.

Este é o trabalho da gestora, que além de realizar um processo minúsculo de seleção, deve analisar periodicamente as performances técnicas, a situação sócio-econômica e o comportamento de cada agente para detectar possíveis desvios de conduta que possam aparecer em cada momento, gerados, por exemplo, de um surto psicótico, problema familiar, pressão de terceiros, etc.

Devemos considerara que, mantendo um sistema de segurança com uma gestão profissional, isto inibi e impede ameaças apresentadas também de pessoas que fazem ou foram parte da equipe ou do circuito próximo do cliente.

Para refletir melhor a questão, inserimos abaixo (i) reportagem publicada no Globo.com sobre um profissional, que por padrão da Força Aérea Canadense, é avaliado periodicamente e provavelmente por ser admirado e “acima de qualquer suspeita”, ninguém prestou a atenção necessária para possíveis desvios de comportamento, (ii) reportagem publicada em Israel sobre o Guarda Costa do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas Israelenses, que foi condenado por estupro e (iii) reportagem publicada nos EUA sobre um Xerife honrado do Estado de Colorado que foi preso por fornecer drogas em troca de sexo....

 

Para a Moked, ninguém é acima de qualquer suspeita – nem nossos colaboradores!


Coronel que pilotou avião da rainha admite ter assassinado e estuprado mulheres no Canadá

BELLEVILLE, Canadá - O coronel Russell Williams, um dos grandes nomes da Força Aérea do Canadá, se declarou culpado nesta segunda-feira de ter assassinado duas mulheres e abusado sexualmente de outras duas. Militar de sucesso, ele chefiava a maior base aérea do país quando, no ano passado, foram apresentadas as denúncias. Além disso, chegou a ser piloto do primeiro-ministro canadense e da rainha Elizabeth II durante uma visita dela ao país em 2005.
O coronel reconheceu o assassinato de Jessica Lloyd, de 27 anos, e de Marie Comeau, uma canadense de 38 anos que era sua subordinada nas Forças Armadas. Também admitiu ter invadido casas em Ontário e atacado sexualmente duas mulheres em setembro de 2009.

 

Pelos crimes, enfrenta uma sentença automática de prisão perpétua sem a possibilidade de liberdade condicional em pelo menos 25 anos. A lista de seus crimes era tão extensa - foram mais de 80 violações de domicílio - que precisou de 40 minutos para ser lida.
Segundo a Promotoria, os alvos principais do coronel eram mulheres jovens e adolescentes, e ele chegou a gravar vídeos dos assassinatos e dos estupros. No julgamento, foram apresentadas fotos dele com roupas íntimas roubadas da casa de uma menina de 12 anos, o que levou parentes das vítimas a chorar.

Capitão Erez Efrati, Guarda-costas do Chefe do Estado Maior, é condenado por 8 anos de prisão por estupro.

 

 

 

Patrick Sullivan, Xerife honrado de Colorado USA, foi preso por forneceder drogas para sexo...

 

 

 

Andrei Karlov, embaixador russo na Turquia foi assinado pelo seu Guarda Costa o Oficial da unidade especiais de proteção à dignitários da Polícia Turca, infiltrado do grupo terrorista Al-Nusra el Kida da Síria.

 

 

 

Posição Moked: atendendo sua dúvida referente a circulação dos empregados domésticos (incluindo nossos agentes) na área comum em condomínios residenciais, esclarecemos que:

  • A maioria dos condomínios não permite a livre circulação dos empregados domésticos nas áreas comuns;
  • Quem estabelece as regras são os moradores e o responsável pela execução é o síndico;
  • Em condomínios de alto padrão, geralmente existe local destinado (sala de estar e copa - geralmente perto das garagens) para motoristas e seguranças dos moradores, onde pode ser colocado também o cofre para a guarda das armas;
  • Onde não existe este local – as seguranças ficam na área privativa do morador (apartamento, depósito, etc.), ou fora da do condomínio;
  • Baseado de nossa ampla experiência em outros condomínios, acreditamos que, conversando com síndico, podemos discutir e estabelecer os procedimentos mais adequados para a segurança do Alpha 03 sem transtornos para os demais moradores.

 

Sempre à sua disposição para qq esclarecimento.

Posição Moked: O rodízio proporciona inumeras vantagens, por exemplo:

  • A quebra de rotina é uma fermenta fundamental para operação eficaz e eficiente.
  • Trabalhando todo dia no mesmo local, com a mesma pessoa prejudica a atenção do agente, reduzindo seu nível de alerta e acabando prejudicando o VIP que fica exposto a mais risco.
  • Evita tensão e melhora a integração entre os profissionais na equipe evitando intrigas pessoais entre parceiros e entre equipes do mesmo grupo.
  • Elimina vícios da equipes e permite informação, critica e divulgação da estratégia operacional do gestor.
  • Facilita a gestão de apoio e reforço, onde todos conhecem os procedimentos e podem exercer a função com qq um dos Vips.
  • Complica a ação criminosa, pois nunca se sabe quem o agente que vai enfrentar.
  • Evita o contato direto e prolongado entre o agente e o Vip, prevenindo situações atípicos e confusões sobre a relação cliente x fornecedor.

Impacto:
Entre os agentes: durante os primeiros meses, pode gerar alguma insatisfação por parte de agentes acomodados, acostumados com uma rotina e que não gostam de mudanças ou com novos parceiros que não são da sua turma. (normaliza em pouco tempo); e
Entre os Vips: durante os primeiros dias poder gerar um desconforto com o bem vindo dos novos profissionais que ainda não conhecem o perfil de cada Vip.

Posição Moked: O conceito principal de um sistema de segurança VIP é que o cliente deve ser protegido onde está, ou seja, se o VIP está no restaurante, então a equipe protege o restaurante, se esta na escola, a equipe protege a escola, etc.
O trabalho da equipe de segurança pessoal não é limitada para os pontos dinâmicos, ou seja, protegendo o VIP somente no itinerários, mas deve aproveitar a permanência nos postos fixos para aplicar ações preventivas conforme padrão Moked.
Sabemos que a maioria das equipes de escolta não ficam na escola com os alunos protegidos e as vezes, também as equipes gerenciadas pela Moked são orientadas a abandonar o posto somente para atender uma outra prioridade operacional, conforme estratégia preestabelecida ou emergência.
Sabemos também que nenhuma outra equipe de segurança pessoal faz um levantamento in-loco como fizemos na escola, nem manteve contato pessoal com os responsáveis da área.
A Moked é diferente.
No caso atual - também sem considerar a localização e o layout da edificação da escola, a permanência da equipe no local é fundamental e recomendamos manter os procedimentos atuais.
Embora localizada em um bairro com altos índices de criminalidades, a escola também é um complexo com várias entradas e saídas, fato que dificulta a proteção física da área. Isto sem considerar, que baseada de nossa experiência e avaliação no campo, as equipes de segurança das escolas e também de outras instituições "protegidas", tais como: shopping center, clubes, etc., não são treinadas para inibir e ou impedir ações criminosas ou agir de maneira eficaz em situações emergencias e você deve contar somente com o apoio da sua equipe.
A permanência de nossa equipe no local é mais um fator inibidor que pode também agir para impedir qq tentativa criminosa, beneficiando todos e agindo para resgatar seu V.I.P. em caso de emergência, tais como: incêndio, ameaça anônima de bomba, assalto, etc.
Além destas vantagens, a permanência da equipe no local pode solucionar problemas de atraso na chegada, saída antecipada, etc., bem como manter bons contatos com os funcionários da instituição, facilitando assim a execução dos serviços como as relacionamentos que criamos e mantemos com o responsável pela segurança da escola.
Espero que conseguimos esclarecer nossa visão operacional, mas estamos a sua disposição para definir os procedimentos a serem implantados.

Posição Moked: Proteger seu cliente através de ações preventivas de situações que podem apresentar riscos intencionais ou não-intencionais contra sua vida, integridade física, imagem pessoal e organizacional, além de atuar como um facilitador de suas rotinas no dia a dia. Para conseguir cumprir sua missão é responsabilidade do cliente de contratar e manter pessoas adequadas, mentalmente, fisicamente e tecnicamente – tarefa recomendada a ser executada por uma consultoria especializada.

Posição Moked: Temos muitos exemplos de relações pessoais que, por falta de conhecimento, prejudicam o sistema de segurança da família protegida. Abaixo apresentamos alguns princípios de gestão de um Sistema de Segurança Pessoal:
O contato pessoal com os Agentes deve ser limitado ao cumprimento e às ordens operacionais, visando receber, na maioria dos casos, uma resposta simples de "sim senhor/a". Abrindo espaço, o Agente pode aproximar demais e manipular o cliente, que por tratar com sua segurança, pode ficar “nas mãos" do Agente. Se não é bem gerenciado, elogios e ou pagamentos extra geralmente resultam em "corrupção" dos profissionais - fato que coloque em risco a segurança do cliente.
O sistema foi criado para servir o cliente. O cliente nunca pode aparecer para os profissionais como a pessoa que "comanda" sua segurança e sempre informar que quem toma as decisões (seleção, demissão, sistema operacional, etc.) é da organização externa, tais como a "Segurança do Banco", da "Seguradora", etc.
É difícil, mas o cliente deve acreditar no sistema e não nos componentes individuais que por ser humanos - se podem transformar, ou seja, quem hoje é bom, amanhã pode ser ruim. Exatamente por isto, as performances dos agentes devem ser avaliadas diariamente, prevenindo um choque e decepção.
Na segurança não consideramos as "performances de ontem" levando em conta que a ocorrência pode concretizar hoje ou amanhã.

Posição Moked: Considerado os grandes riscos que enfrentamos na área urbana, um carro blindado pode oferecer a plena segurança para escapar da área de fogo. Da mesma maneira que protegemos nossa casa, colocando grade e fechando portas, e da mesma maneira que estamos sendo beneficiados do sistema de controle de acesso no local de trabalho - devemos também nos proteger durante o deslocamento. A lógica é simples: o risco de ser atacado e com consequências gravíssimas é maior na área pública que na sua casa ou no local de trabalho.
A blindagem é um investimento único e com pouca necessidade de manutenção durante os primeiros 5 anos de uso. É o melhor investimento para quem quer sair da casa, viajar tranquilo e ter a certeza que voltara íntegro.
Já ouvimos comentários como "...não quero chamar a atenção..." ou "...para mim nunca aconteceu nada..." e outros frases de potência mas sem cabimentos. Com bom senso podemos classificar isto como ingenuidade: em sequestro relâmpago a vítima não é escolhida pelo modelo do veículo e baseado de nossa experiência, podemos confirmar que na cidade de São Paulo é melhor usar uma limusine blindada que e uma fusca velho.
Será impossível para um consultor calcular a relação Custo x Benefício quando se trata com a segurança de uma família e cada um deve pensar quanto vale investir com sua proteção.
Se você tem recursos para blindagem você tem o perfil de ser a próxima vitima e recomendamos blindar seu veículo e os veículos dos membros da sua família.
É importante lembrar que os pontos fracos do sistema é durante a entrada e saída do veículo e também lembramos a necessidade de um treinamento especifico para dirigir veículos pesados em situações emergenciais.

Posição Moked: Nosso padrão de trabalho é recomendar a não divulgar o telefone particular para terceiros, especialmente para os Agentes de Segurança. Para manter contato no seu dia a dia, o V.I.P. deve usar um telefone fornecido pela empresa de segurança responsável pelo contrato. Assim, o número pode ser trocado em cada troca de equipe e ou a qualquer momento sem sentir prejudicado com as pessoas íntimas com quem se manteve contato social ou profissional.

Posição Moked: Não recomendamos uso de policias no esquema de segurança pessoal. Primeiramente por não ser permitido pelos disciplinares das corporações, mas principalmente pelo fato que o Policial é especializado em segurança pública onde todos os cidadãos são seus clientes enquanto o Agente de segurança é treinado para proteger somente seu único cliente, ou seja, em caso de crime, o Policial deve agir para enfrentar, enquanto o Agente deve agir para evitar. . Já vimos casos que um policial abandonou o VIP e foi correndo atrás de um marginal – ato que um agente de segurança VIP nunca faria. Outro fator importante é o fato que como policial ele deve atender as convocações da corporação e, como constamos durante a onda de ataques do PCC, muitos executivos ficaram sem sua equipe de segurança pessoal. Lembramos também que pelo status oficial, as vezes o policial é quem da a ordem e não  cliente – fato que pode prejudicar a segurança da pessoa.

Posição Moked: Acreditamos que se trata possivelmente com os sinais da “Síndrome de Burnout”, que é uma resposta ao estresse ocupacional crônico e caracterizada pela desmotivação, ou desinteresse, mal estar interno ou insatisfação ocupacional que afeta, especialmente a categoria de segurança. O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritado. O problema é maior quando se trata na área de segurança pelo fato que diferente do estresse, esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos clientes e a organização do trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho. Assim, se deve analisar fatores como a escala de trabalho e a remuneração, sistema disciplinar e relacionamento com superiores, reconhecimento profissional e plano de carreira, ou outros motivos. Neste caso recomendamos a contratação de um profissional para avaliação da situação no campo.

Posição Moked: Antes de analisar se o turn-over dos Agente é muito ou pouco e se é problema de chefia ou de gestão, gostaríamos de registrar que:
1. Sempre nos preocupamos em como garantir sua tranquilidade. Cada vez que o cliente se sente preocupado, sentimos como se não cumprimos nossa missão.
2. A área de segurança pessoal (especialmente no Brasil) é complicada e, conhecendo muito bem este ramo e analisando outros contratos, acreditamos que, atualmente, somos os melhores gestores no mercado e nosso investimento em melhoria contínua visa garantir que manteremos sempre o melhor padrão (basta comparar os serviços que oferecemos em 1995 e os que oferecemos hoje...).
3. O profissional no campo é a base do sistema e é uma missão quase impossível achar um bom candidato. Após um processo prolongado, aprovamos um candidato para trabalhar no campo. Isto não garante que o mesmo ficará trabalhando toda a vida... se ele não se integra com a equipe ou se ele não desempenha bem hoje apesar de ter sido bom ontem - devemos substituí-lo.
4. Para a Moked, a troca de uma pessoa é uma contingência desagradável. Primeiramente do ponto de vista do cliente, depois do ponto de vista da dor de cabeça e dos recursos que investimos cada vez na troca. Mas ainda assim, se ele não atende os padrões da Moked - como profissionais, devemos tomar esta decisão e cumprir nossa missão. 
5. Surpresa: apesar da imagem no mercado, somos MUITO tolerantes, exemplo: vide o último caso que demitimos - ele recebeu 5 chances para melhoria (geralmente damos 3 oportunidades), uma inclusive com minha participação pessoal. Disciplina militar? Adoramos sim, mas é impossível implantar esta cultura neste ramo. O que aplicamos (e este é o nosso diferencial) são regras simples e aceitáveis que, junto com o investimento na capacitação e na valorização das pessoas (os Agentes), garantem a segurança de nosso cliente.
6. Fato interessante: como se explica que existem muitos Agentes no mercado que querem trabalhar conosco? E por que os Agentes que pediram sua demissão - depois querem voltar? E por que todos choram quando são demitidos de nossos contratos?  Para mim é uma prova que sabemos como gerenciar sistemas de segurança pessoal.
7. Resumindo: se não podemos efetuar a gestão do sistema de segurança definindo quem serão os integrantes da equipe, sua função e as regras de conduta, não podemos assumir a responsabilidade das operações no campo.

Posição Moked: Para segurança privada não recomendamos a blindagem do veículo da escolta, principalmente pelo fato que em caso de ocorrência dificilmente os agentes sairão do veículo para efetuar o combate/resgate. Podemos sugerir uma blindagem discreta e informar a equipe que se trata de reforço mas não blindagem, considerando também que veículo blindado exige manutenção diferencial e frequente troca de peças (freios, suspensão, vidros e janelas), bem como treinamentos contínuos para pilotar com segurança um veículo mais passado.

Posição Moked: Este sistema apresenta uma solução para uma proteção de baixo custo, já que não utiliza veículos na escolta e nº de pessoas envolvidas na segurança do VIP é reduzido. As principais complicações deste sistema são:
  • Em cada atuação do agente, o mesmo deverá abrir a janela ou a porta do veículo do VIP, criando uma situação de maior vulnerabilidade sem aproveitamento da ferramenta da blindagem.
  • Em caso de emergência o Agente deve decidir se ignora a causa ou abandona o VIP - ambas alternativas ineficientes.
  • Atuação de um agente só é limitada, com preparação adequada atende os crimes comuns do cotidiano, mas fica impotente/vulnerável contra crime organizado/planejado.
  • Além de interferir mais ainda na intimidade do VIP, isto pode gerar uma relação próxima e não saudável entre o Agente e o cliente.
  • Por trabalhar sozinho, a rotina e falta de revezamento geram cansaço e reduz o estado de alerta do Agente, falta de cobertura, reforço e veículo de reserva - aumenta o risco;
  • Sem hierarquia pratica na equipe elimina supervisão e prejudica a qualidade dos serviços;

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